MUITA CALMA NESSA HORA!!!

A crise econômica global já chegou aos países industrializados, principalmente na Europa, e está destruindo empregos ao mesmo temo que reduzindo o poder de compra dos cidadãos, o que impede que o dinheiro circule no comércio e ative a indústria. O resultado é uma desaceleração da produção e o consqüente desemprego. As grandes multinacionais amaricanas, européias e asiáticas estão preparadas para demitir milhares de trabalhadores com a intenção de não fechar suas portas e amargar prejuísos na casa decentenas de milhões dólares. Enquanto isso, os pricipais governos ocidentais injetam dinheiro na economia tentando resgatar bancos e poder de consumo dos indivíduos.
O consumidor, receoso do que poderá lhe acontecer de imediato, evita gastar dinheiro, mesmo no comércio, e já neste último Natal, pôde-se notar atrvés dos índices econômicos gerais publicados pelos orgãos de pesquisa que uma queda significativa de consumo foi sentida em números relativos nas principais capitais do mundo. Manchetes mundiais relataram que até mesmo grandes redes de varejos de Londres, Nova York e outras grandes cidades andaram fechando as portas. Só no mês de Janeiro mais de 250 mil empregos foram perdidos nos Estados Unidos, numa onda assustadora de demissões que deixa o trabalhador americano de cabelo em pé. Até mesmo a China, que andava produzindo a todo vapor, voltada para as exportações e que conta com milhões de trabalhadores temporários oriundos das províncias distantes do interior do país, anda sobressaltada economicamente nestes últimos tempos, o que parece incomodar as autoridades políticas e econômicas do país que se considera ainda um tigre asiático e uma forte candidata a potência mundial, além de ser um fortíssimo aliado econômico do mundo ocidental.
A saída viável para o que se convencionou chamar de "maior crise dos últimos sessenta anos" pode ser alcançada através, não do corte abrupto de empregos, como uma sangria desatada, mas aplicando o esquema de redução da jornada de trabalho, exemplo já vem sendo posto em prática pela Alemanha há tempos ou dando férias coletivas "forçadas", o que pode vir a ser o novo parametro trabalhista do futuro.
O Brasil está acompanhando de perto o desenrolar dos fatos e o furor da crise no Primeiro Mundo e de que modo ela pode chegar na América Latina. Convém aguardar o observar para que lado sopram os ventos e preparar as amarras para que os barcos não sejam jogados contra o cais, em caso de tormenta.

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